PESQUISE NA WEB

sábado, 24 de outubro de 2009

Peixes Flagtail 01




domingo, 18 de outubro de 2009

Sapo Azul - Dendrobates Tinctorius


O sapo-venenoso azul (Dendrobates tinctorius), anfíbio encontrato na Floresta Amazônica do Pará - Brasil, faz parte dos animais surpreendentes encontrados por lá. De tão tóxicas que são suas excreções, eram usadas por tribos indígenas para envenenar flechas e zarabatanas.

domingo, 11 de outubro de 2009

Moréias Fogo 02




Moréias Fogo 01





Predador noturno e membro da família das Enguias, embora os membros desta família não sejam enguias verdadeiras. Possuem corpo alongado com numerosos espinhos que antecedem a nadadeira dorsal. Tem o hábito de ficar enterrada ou escondida a maior parte do dia. Animal carnívoro. Se alimenta de insetos aquáticos, larvas, peixes e minhocas e podem comer algum vegetal eventualmente. Chamada de Fire Eel seu nome científico é Mastacembelus Erythrotaenia, chega a medir até 50 cm, normalmente vive isolado e seu habitat é na Tailândia, Cambodja e Indonésia.

sábado, 22 de agosto de 2009

Peixes Polypterus Senegalus 01





Os aquaristas que criam o Polypterus senegalus, um tipo de peixe exótico, que existe há 96 milhões de anos e vem da África, já têm mais uma história para contar.
O peixe, que parece com uma enguia pré-histórica, apesar de ser distante dela na classificação dos especialistas, é motivo de estudo no MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts).
A missão da equipe de cientistas, mais especificamente, é desenvolver armaduras de guerra cada vez mais resistentes. "O conhecimento básico é que poderá nos levar a aprimorar o desenvolvimento de equipamentos tanto para soldados quanto para veículos", justifica Christine Ortiz, líder da pesquisa americana.
De acordo com os resultados apresentados na edição de hoje da revista "Nature Materials", o peixe africano, que vive na água doce, é uma grande inspiração para os técnicos.
Tudo por causa das suas resistentes escamas. Depois de desmontarem, via técnicas nanotecnológicas, as estruturas de proteção do Polypterus, os cientistas já sabem boa parte dos segredos da espécie.
Sem dúvida, por causa da longevidade, ela tem uma história de sucesso contra os predadores dos rios africanos.
A armadura natural do peixe estudado tem um desenho absolutamente eficiente para a proteção, dizem os cientistas.

domingo, 16 de agosto de 2009

Polypterus - Peixe Bichir






O nome Bichir vem de um dialeto derivado do árabe, dado pelos egípcios a estranhos peixes parecidos com dragões que habitavam as margens do poderoso Rio Nilo. Pronuncia-se algo como “bi’rrír”. A origem da palavra árabe, entretanto, é obscura. Pode ser corruptela ou derivada de outro termo, pode ter sido inventada especificamente para esse peixe.

Os pesquisadores, franceses que descreveram a primeira espécie da família, Polypterus bichir, pronunciavam algo como “büchírr” (faça biquinho). Os exploradores ingleses os chamavam de “bitchír”, em referência à palavra inglesa “bitch”, que na época, final do século 19, era utilizada quase que exclusivamente para referir às feras selvagens. De fera mesmo, os bichires só tem a aparência!!

Existem muitas espécies de Bichires, quase todas pertencentes ao gênero Polipterus (Poli = Muitas + Pterus = Asas, Nadadeiras), com uma interessante exeção de uma única espécie (por enquanto) classificada no gênero Erpetoichthys (Erpetus = Corda + Ichthys = Peixe). A espécie tipo é raramente encontrada à venda no Brasil, trata-se de Polypterus bichir.

Habitam os rios ao redor do Saaha, como o Rio Nilo, Rio Niger e Rio Senegal, uma distribuição bastante ampla, por isso existem muitas variedades populacionais e até algumas subespécies, sendo a mais comumente disponibilizada aos aquaristas o Bichir de Lepradei (P. bichir lepradei). É um peixe grande, chega a 70cm quando adulto, de coloração bastante variável, conforme a população. Pode ser bege acinzentado, mais escura no dorso, clareando uniformemente na direção do ventre, muito parecido com P. senegalus, ou cinza azulado formando manchas irregulares que esmaecem em direção ao ventre, sempre branco. Outras espécies são menores, talvez por isso mais adequadas ao cativeiro. A mais difundida, sem sombra de dúvida, é P. senegalus. Originário dos rios do Noroeste africano e também o Nilo, coexiste com muitas das populações de P. bichir.

Apesar de haverem registros de exemplares com 50cm de comprimento, normalmente não passam muito dos 30cm em aquário. Muito ativos e simpáticos, são tão difundidos que até espécimes albinos são encontrados com relativa facilidade. Sua coloração normal é um bege claro e uniforme, tornando-se um pouco mais escuro com a idade.

Outra espécie comum e um pouco mais exótica (se é que é possível!) é o P. ornatipinnis. Sua coloração malhada de preto sobre um marrom quase dourado fazem desta uma das mais belas espécies de Bichir. Um pouco mais agressivo que as demais espécies, atinge cerca de 40cm em aquário ou até um pouco mais. É encontrado apenas na bacia do Rio Congo.P. endlicheri é às vezes encontrada à venda, atinge quase um metro e possui uma bela coloração cinza prateado com listras negras. É chamado de Bichir Tigre. É encontrado na bacia do Rio Congo e no lago Tangânica.

Dentre as espécies de Polypterus, estas são as mais comuns (se é que alguma é realmente comum!), mas encontramos em nossas lojas com razoável freqüência o Peixe-Corda (Erpetoichthys calabaricus).Estes peixes atingem 90cm de comprimento, mas são fininhos e compridos, o nome peixe-corda é bastante adequado, ainda mais por sua coloração marrom escuro e a textura rugosa de sua pele.

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Pelicano Enguia


Com uma boca muito maior do que o seu corpo – uma boca que faz com que a palavra enorme parecem demasiado pequena – o Gulper Enguia nada em nosso meio. Esta especie aterrorizante é conhecido como Pelicano Enguia, e que uma enorme bolsa de maxilar inferior torna fácil perceber porquê. A boca pode ser aberta o suficiente para o Gulper de engolir criaturas muito maiores do que ela própria. Mas, apesar do tamanho do Gulper’s garras, tem dentes bastante pequenas, sugerindo uma dieta preferida de pequenos peixes. Este monstro habita profundidades de milhares de pés para baixo. (Fonte: http://images.google.com.br/ )

Peixe Tamboril


Peixe não se vê muito mais monstruoso do que o mar profundo. Ocultos muito abaixo da superfície do oceano, este monstro de um peixe ósseo é assim chamado por causa de seu distintivo método de captura presas usando um carnudo fixos que relativamente a partir de sua cabeça como um pescador da atração. O Tamboril é capaz de cheekily wiggle seu crescimento para que ele aparece como presa de outros predadores, a isca torna ainda mais atraente pelo fato de que ela emite luz brilhante . Quando a vítima desavisados fica perto o suficiente, o tamboril devora-lo inteiro, dos maxilares desencadeado automaticamente pelo contacto com o engodo.
Esta máquina-como predador pode expandir a sua mandíbula e no estômago de uma enorme dimensão, permitindo-lhe engolir presas ainda maior do que ela própria. É encontrada em profundidades de 3,300-6,600 m. (Fonte: http://images.google.com.br )

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Blobfish


Não tem nem nome em português (quer dizer, até tem – peixe-bolha – mas não é oficial…). Em inglês, é chamado de Blobfish. O nome científico é Psychrolutes marcidus. É encontrado na Austrália (terra dos bichos estranhos) e na Tasmânia (que nada mais é que uma ilha perto da Austrália).
Seu habitat fica entre 1 e 1,3 quilômetro abaixo do nível do mar. A pressão lá é muitas vezes maior que ao nível do mar. Esse animal é, na verdade, uma massa gelatinosa, levemente menos densa que a água. Como a pressão lá embaixo é muito grande, há um certo equilíbrio que permite que o bicho flutue entre as pedras sem gastar energia. Ele ainda consegue caçar, camuflando-se entre as pedras. (Fonte: http://images.google.com.br)