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segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Pesquisadores encontram raro filhote branco de baleia franca



Pesquisadores registraram imagens de um filhote de baleia considerado extremamente raro na costa oeste da Austrália. Ele tem cor branca, mas não é um animal albino. Cerca de 5% dos indivíduos dessa espécie nascem brancos, mas depois ficam pretos em seu primeiro ano de vida. Os pesquisadores usam os drones para monitorar as populações dessa espécie, que é ameaçada.

domingo, 23 de fevereiro de 2014

Baleia-franca-pigmeia


 
A Baleia-franca-pigméia (Caperea marginata) é um mamífero cetáceo, o único pertencente à família Neobalaenidae e foi descrita e assinalada a um novo género em 1846 por John Edward Gray, que trabalhou na secção de Zoología do Museu Britânico. Esta espécie compartilha características taxonómicas das famílias Balaenidae e Balaenopteridae: falta de pliegues gulares e apresenta um rosto arqueado como as baleias francas, mas também tem barbatana dorsal e um corpo alargado como os rorquais (designação comum dada aos cetáceos da família Balaenopteridae), resultando num intermédio. Por isso, também se pode classificar na família monoespecífica Neobalaenidae.

Equipe consegue cortar corda de pescaria presa a baleia-franca ameaçada

 
Especialistas em vida selvagem cortaram mais de 85 metros de linha de pescaria comercial que vinham sendo arrastados por uma baleia-franca na costa do estado da Geórgia, leste dos Estados Unidos. Parte da corda permaneceu emaranhada na boca da baleia, segundo funcionários relataram, nesta quinta-feira (20). Emaranhamentos em equipamentos de pesca comercial e colisões com navios na costa leste são considerados as maiores ameaças para a sobrevivência das baleias-francas. Especialistas estimam que restam apenas 450 dessas grandes baleias. A cada inverno, elas migram para as águas mais mornas da Geórgia e da Flórida para dar à luz seus filhotes. Foi a primeira vez desde 2011 que uma baleia como essa, enroscada a equipamentos de pesca, foi avistada na costa sudeste dos Estados Unidos, disse Clay George, um biólogo especializado em mamíferos marinhos do Departamento de Recursos Naturais da Geórgia. Ele fazia parte do grupo que chegou perto o suficiente da baleia de 9 metros de comprimento para cortar a linha de pesca de quase 2 centímetros de espessura usando um gancho equipado com lâminas cortantes. "Sentimos que o que fizemos deu à baleia uma chance de lutar e se desvencilhar do restante da linha por conta própria", disse George, que estima que a baleia ainda esteja arrastando cerca de 6 metros da corda tecida com pesos de chumbo. "A verdadeira mensagem para levarmos para casa é que não podemos simplesmente salvar e consertar cada baleia que apareça enroscada. Em alguns casos, é completamente impossível desvencilhar a baleia." A baleia que apareceu enroscada esta semana era um macho de 4 anos. Ela foi localizada no domingo por uma equipe fazendo pesquisas aéreas para a Marinha, que observou o mamífero arrastando uma linha de pesca. Uma primeira embarcação acionada conseguiu cortar parte da corda e anexar uma bóia de rastreamento ao animal. Só na segunda-feira funcionários conseguiram chegar mais perto do animal com um barco menor e cortar a maior parte da linha.

sábado, 22 de junho de 2013

Estudo diz que baleia considerada extinta volta a aparecer na Oceania


Estudo publicado nesta segunda-feira (27) mostra que exemplares da baleia-franca-austral (Eubalaena australis), caçadas até a extinção nas proximidades da Nova Zelândia, estão retornando aos poucos para a região. De acordo com pesquisadores das universidades de Oregon (Estados Unidos) e Auckland, pela primeira vez em décadas uma pequena população de baleias que vivia nas proximidades da Antártica rumou para ilhas da Oceania, considerado seu antigo habitat de reprodução. Registros históricos informam que existiam ao menos 30 mil exemplares no século 19, que migravam da região gélida para as baías da Nova Zelândia e Austrália. Mas a espécie entrou em extinção devido às grandes caçadas, que tiveram seu pico entre 1830 e 1840. Desde então, eram raras as aparições do mamífero na costa. "A baleia-franca-austral é extremamente graciosa e muito espetacular de se ver", afirmou Scott Baker, um dos pesquisadores responsáveis pelo estudo. "Costumava haver milhares delas na Nova Zelândia e agora as baleias estão redescobrindo seu lar ancestral. Vai ser interessante ver como isto vai se desenvolver", disse. O mamífero pode atingir até 60 metros de comprimento e pesar até 100 toneladas. A idade média é de pelo menos 70 anos. Estima-se que existam atualmente cerca de 7.500 baleias-franca-austral em todo mundo.