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segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Peixes invadem ruas de cidade americana após passagem de furacão Nate



Carros submersos, barcos encalhados em canteiros, peixes pulando em poças em ruas e avenidas....Esse foi o insólito cenário encontrado em partes do Mississippi e do Alabama nos EUA após a passagem de furacão Nate no fim de semana. Antes de chegar aos Estados Unidos, vindo do Golfo do México, o furacão foi classificado como categoria 1. Costa Rica, Nicarágua e Honduras foram os três países mais atingidos pelo Nate quando ainda era uma tempestade tropical. Na passagem pela América Central, o furacão deixou pelo menos 26 mortos. Cidades dos EUA entraram em alerta, mas a tempestade perdeu força. Foi rebaixada à categoria de tempestade tropical. Em agosto, outros dois furacões atingiram duramente o sudeste dos EUA. O Harvey deixou mais de 70 mortos; e o Irma atingiu a categoria 5 e provocou 12 mortes na Flórida. Outra tempestade, o furacão Maria, devastou parte do Caribe no fim de setembro, incluindo Dominica e Porto Rico, que é território americano.

sábado, 30 de setembro de 2017

Após tsunami, quase 300 espécies viajaram do Japão aos EUA


O tsunami que devastou a costa leste do Japão em 2011 fez com que quase 300 espécies marinhas viajassem através do Pacífico até o litoral dos Estados Unidos, na maior e mais longa migração marinha já registrada. Um grupo de cientistas americanos realizou buscas em praias dos estados de Washington, Oregon, Califórnia, Columbia Britânica, Alasca e Havaí, onde rastrearam a origem das espécies até o Japão, segundo o estudo divulgado nesta quinta-feira (28) pela revista científica "Science". "Este acabou sendo um dos maiores experimentos naturais não planejados na biologia marinha – talvez na história", afirmou o especialista John Chapman da Universidade Oregon State, um dos coautores do estudo, citado pelo jornal britânico "The Guardian". O tsunami, resultante de um terremoto de magnitude 9,0 no dia 11 de março de 2011, gerou em torno de cinco milhões de toneladas de escombros nos municípios de Iwate, Miyagi e Fukushima. Segundo os especialistas, 70% dos destroços se depositaram no fundo do mar, mas uma quantidade incontável de objetos flutuantes foi arrastada pelas correntes marítimas. A chegada das quase 300 espécies japonesas à costa oeste dos EUA poderá causar sérios problemas caso esses organismos consigam se fixar no novo ambiente, se sobrepondo às espécies nativas. Os pesquisadores estimam que aproximadamente um milhão de organismos -- entre eles peixes, moluscos e centenas de milhares de mexilhões -- viajaram quase 8 mil quilômetros através das correntes do Pacífico Norte. Levará anos até que seja possível avaliar a sobrevivência desses seres e se conseguirão superar em quantidade as espécies nativas. O problema das espécies invasoras ocorre em todo o mundo, com plantas e animais sobrevivendo em locais onde não antes pertenciam. No passado, invasões marinhas danificaram espécies de moluscos, erodiram ecossistemas locais, gerando prejuízos econômicos e disseminando doenças. "A diversidade [das espécies invasoras] foi algo que nos deixou boquiabertos", afirmou Carlton. "Moluscos, anêmonas-do-mar, corais, caranguejos, uma ampla variedade de espécies." Os pesquisadores coletaram e analisaram destroços que chegaram à costa oeste americana ou ao Havaí nos últimos cinco anos, sendo que a chegada de mais escombros ainda era registrada em Washington nesta quarta-feira. No ano passado, um pequeno barco japonês alcançou a costa do Oregon transportando vinte peixes nativos do oeste do Pacífico. Os animais, ainda vivos, foram conservados em um aquário do estado. Pouco antes, um barco de pesca japonês chegou intacto à costa americana com exemplares desses mesmos peixes nadando na parte interna. Anteriormente, os destroços desse tipo eram compostos na maior parte por madeira e se degradavam durante a viagem pelo oceano. Hoje em dia, a maior parte é de materiais de plástico – como boias, barcos e engradados – que conseguem percorre longas distâncias, levando "de carona" espécies diferentes. "Foram os escombros de plástico que permitiram que as novas espécies sobrevivessem em uma distância muito maior do que jamais pensávamos que podiam", disse Carlton.

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

A estranha criatura de dentes afiados encontrada em praia do Texas após passagem de furacão


Uma misteriosa criatura do mar apareceu numa praia do Texas, após a passagem do furacão Harvey no final de agosto. A carcaça do animal sem olhos e com dentes afiados foi encontrada por Preeti Desai, que trabalha para uma sociedade de conservação de pássaros nos EUA. Ela fotografou o animal e pediu ajuda no Twitter para identificá-lo. Ela postou várias fotos com a legenda: "Ok, que diabos é isso?". O pedido dela foi encaminhado ao biólogo e especialista em enguias Kenneth Tighe, que acredita que se trate de uma enguia do tipo Aplatophis chauliodus , da família Ophichthidae, pertencente à ordem dos anguilliformes - das enguias e moreias. O especialista, contudo, não foi categórico. Levantou a possibilidade de o animal ser um representante de outras duas espécies de enguia que também são comuns na costa do Texas e têm dentes grandes parecidos com presas. Os Aplatophis chauliodus, que já foram vistos na costa do Nordeste brasileiro e assunto de um estudo da Universidade Federal de Alagoas, geralmente vivem na costa Atlântica do sul da América do Norte, Caribe e norte da América do Sul, a uma profundidade de 30 a 90 metros. Eles passam a maior parte do tempo escondidas em buracos no fundo do mar. O furacão Harvey, que provocou fortes ventanias e enchentes no Texas, pode explicar por que o animal apareceu na praia no Golfo do México. Desai diz ter encontrado a carcaça enquanto averiguava os danos provocados pelo Harvey na praia. Ela cuida do setor de mídias sociais na Audubon Society, organização americana voltada para a conservação de pássaros. "Foi completamente inesperado, não é algo que você normalmente encontra na praia", disse ela à BBC. Ela conta que pensou que pudesse ser alguma criatura do mar profundo. No Twitter, disse que não era assustadora, nem colossal. "Não era um monstro". "Minha primeira reação foi curiosidade, queria descobrir o que era", disse. Desai disse que postou as imagens no Twitter porque muitos cientistas usam a rede social. Um amigo dela logo respondeu, colocando-a em contato com o biólogo. "Eu sigo muitos especialistas e pesquisadores. Há uma comunidade enorme desse pessoal que é muito útil, especialmente quando é preciso buscar respostas sobre o mundo e identificar animais e plantas". Desai afirma que deixou a criatura na praia para deixar a "natureza seguir seu curso".

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Piscina com tubarões é achada em porão de casa nos EUA




Sete tubarões vivos e três mortos foram encontrados em uma piscina no porão de uma casa na região do vale do rio Hudson, em Nova York O Departamento Estadual de Conservação Ambiental disse nesta quarta-feira (7) que agentes descobriram a piscina durante uma busca em LaGrangeville no mês passado. Na piscina, de 15 metros de diâmetro, havia 7 tubarões-corre-costa vivos, dois tubarões-leopardo mortos e um tubarão-martelo morto. Eles tinham entre 0,6 metro e 1,2 metro. Os tubarões vivos foram transferidos para o aquário de Long Island. Ninguém foi processado, e as investigações prosseguem.

sexta-feira, 21 de julho de 2017

Rara lagosta azul é pescada na costa leste dos EUA


Um pescador do estado americano de New Hampshire capturou uma rara lagosta azul. Greg Ward inicialmente achou que tinha pescado uma lagosta albina na última segunda-feira (17), quando pescava na costa leste dos EUA, próximo à divisa com o Maine. Mas ele se surpreendeu ao ver que se tratava de um exemplar considerado mais raro. Fala-se que a chance de pescar um do tipo são de 1 em 2 milhões, mas isso não tem comprovação científica. Ele doou o crustáceo ao Seacoast Science Center, um centro de estudos em Rye, onde ele será estudado e colocado em exposição. O aquarista Rob Royer disse que a lagosta será exposta logo que se aclimatar à água do tanque de lagostas exóticas.

quinta-feira, 6 de julho de 2017

O que é a estranha criatura em forma de pepino invadindo as praias dos EUA e do Canadá



A costa oeste da América do Norte foi invadida nos últimos meses por estranhas criaturas marinhas. Milhões delas apareceram desde o norte da Califórnia até o sul do Alasca, provocando danos às redes de pescadores e intrigando os cientistas. Ainda que pareça um único animal, os Pyrosoma são colônias de forma tubular e consistência gelatinosa, formadas por centenas de milhares de pequenos organismos que se reproduzem de forma assexuada, clonando-se a si mesmos e conectados por tecidos. Um Pyrosoma pode medir até 60 cm de comprimento, e seu corpo brilha no escuro. O mistério para os cientistas é que os Pyrosoma são normalmente encontrados em águas tropicais e longe da costa, condições bem diferentes das encontradas nos locais em que estão surgindo nos EUA e no Canadá. Ric Brodeur, biólogo da NOAA, a agência de oceanografia do governo americano, diz que a abundância de Pyrosoma está vinculada às condições climáticas ao longo da costa oeste nos últimos anos, que estão mais quentes que o normal. A primeira colônia foi vista em 2012, na Califórnia. E desde então, têm se multiplicado gradualmente e se expandido até o norte. Segundo a NOAA, sua população disparou nos últimos meses. Os Pyrosoma se parecem com medusas, mas não picam ou queimam. Mas causam grandes dores de cabeça para os pescadores, que não conseguem trabalhar em um mar repleto com as criaturas. Os cientistas não sabem se os animais permanecerão tempo suficiente nas águas para causar alterações significativas na cadeia alimentar. E ainda que se reproduzem rapidamente, uma mudança de condições climáticas pode reduzir drasticamente sua população. Em entrevista ao jornal britânico The Guardian, a bióloga-marinha Lisa-Ann Gershwin explicou que explosões populacionais semelhantes tinham sido registradas anteriormente em outras regiões pouco imagináveis, como águas subantárticas.

quinta-feira, 20 de abril de 2017

Câmera grudada no dorso revela olhar de 'baleia cinegrafista' na Antártida


Você provavelmente nunca viu a Antártida desta forma: pelos olhos de uma baleia. Câmeras foram presas ao dorso de animais das espécies minke e jubarte como parte de um novo estudo da ONG World Wildlife Fund (WWF) em parceria com a Universidade Estadual do Oregon, nos Estados Unidos. Por meio de ventosas, os equipamentos ficaram grudados de 24 a 48 horas e registraram como elas se alimentam, socializam e se comportam em meio às mudanças climáticas. Segundo o Centro Nacional de Dados de Gelo e Neve, instituto de pesquisa ligado à Universidade do Colorado, em março deste ano, foi registrada a menor extensão de área congelada da Antártida ao longo dos 38 anos em que esses dados são coletados. A pesquisa com as baleias ajudará a reunir dados sobre os animais e seu habitat e contribuirá para esforços de preservação, em meio aos impactos dessas alterações ambientais.

sexta-feira, 31 de março de 2017

Jacaré enorme invade campo de golfe e assusta golfistas nos EUA


Um enorme aligátor (jacaré americano) foi flagrado caminhando tranquilamente na segunda-feira (27) em um campo de golfe em Kiawah Island, no estado da Carolina do Sul (EUA), enquanto os golfistas estavam a poucos metros de distância. A americana Carrie Moores disse que estava tirando fotos da partida de golfe quando flagrou o enorme réptil. Segundo ela, os golfistas estavam de costas e não viram o animal. Rapidamente, após tirar as fotos, Carrie avisou os jogadores sobre a aproximação do jacaré. "Eles pularam nos carrinhos e fugiram em segurança", disse ela.

Peixes-boi não são mais espécie em perigo de extinção


Os peixes-boi não são mais uma espécie "em perigo" de extinção, disseram autoridades americanas nesta quinta-feira (30), declarando sucesso após décadas de esforços para recuperar a população desses animais na Flórida e na região do Caribe. A população de peixes-boi das Índias Ocidentais na Flórida tem hoje cerca de 6.620 exemplares, "uma reviravolta dramática em relação à década de 1970, quando restavam apenas algumas centenas de indivíduos", disse uma declaração do Serviço para Peixes e Vida Selvagem dos Estados Unidos. Os peixes-boi são agora considerados "ameaçados", o que significa que eles estão protegidos pela Lei de Espécies Ameaçadas de Extinção, mas já não são considerados em perigo iminente de extinção em todas as suas variedades. A decisão se aplica ao peixe-boi das Índias Ocidentais, que inclui a subespécie do peixe-boi da Flórida, encontrada no sudeste dos Estados Unidos. Também se aplica ao peixe-boi antilhano, encontrado em Porto Rico, México, América Central, norte da América do Sul e Grandes e Pequenas Antilhas. "Embora ainda haja mais trabalho a ser feito para recuperar totalmente as populações de peixes-boi, particularmente no Caribe, o número de peixes-boi está aumentando e estamos trabalhando ativamente com parceiros para enfrentar as ameaças", disse Jim Kurth, diretor do Serviço para Peixes e Vida Selvagem.

quinta-feira, 9 de março de 2017

Jacaré é flagrado em piscina de casa de família na Flórida


Um jacaré foi flagrado "tomando um banho" na piscina de uma família no condado de Martin, na Flórida, na manhã desta terça-feira, 07/03. Funcionários do controle animal da cidade retiraram o réptil da piscina e o devolveram a um rio próximo. A polícia do condado divulgou uma foto do jacaré, tirada de cima.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

'Jacaré laranja' chama atenção em lago nos EUA


Um aligátor (jacaré americano) chamou atenção para apresentar uma cor alaranjada nas margens de um lago em Hanahan, no estado da Carolina do Sul (EUA). Jay Butfiloski, do Departamento de Recursos Naturais da Carolina do Sul, disse que o animal pode ficado com tal cor por ter se abrigado durante o inverno em uma tubulação de aço que estava oxidado. Especialistas disseram que que o jacaré vai trocar de pele em breve e provavelmente voltará à cor normal.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Peixe mais velho do mundo em cativeiro é sacrificado em aquário dos EUA


O peixe mais velho do mundo mantido em cativeiro foi sacrificado pelo aquário Shedd, em Chicago, no estado de Illinois (EUA), devido à saúde debilitada. O peixe-pulmonado-australiano chamado Vovô foi adquirido pelo Aquário Shedd em 1933 e passou 84 anos no local, tendo sido visto por mais de 104 milhões de visitantes, segundo a presidente do aquário, Bridget Coughlin. De acordo com o aquário, a espécie pode viver mais de 100 anos e é protegida na Austrália, onde existe há quase 400 milhões de anos. Fósseis encontrados desse peixe mostram que a espécie permaneceu inalterada por mais de 100 milhões de anos. Uma porta-voz do aquário Shedd disse que a idade exata de Vovô era desconhecida, mas que ele deveria ter mais de 90 anos. O peixe-pulmonado-australiano é nativo dos rios Mary e Burnett, em Queensland, na Austrália.

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

SeaWorld anuncia morte da orca Tilikum, que matou treinadora em 2010


O parque SeaWorld anunciou que Tilikum, orca que foi responsável pela morte de sua treinadora em 2010, morreu na manhã desta segunda-feira (6) em Orlando, na Flórida. A orca tinha cerca de 36 anos e vivia no SeaWorld de Orlando havia 25 anos, depois de ter sido transferida do parque Sealand of the Pacific, no Canadá. A causa da morte só será determinada após a realização da necrópsia, mas a orca sofria de uma infecção bacteriana grave no pulmão. "A vida de Tilikum vai sempre estar indissoluvelmente conectada com a perda de nossa querida amiga e colega, Dawn Brancheau. Enquanto todos experimentamos profunda tristeza por essa perda, continuamos a oferecer a Tilikum o melhor cuidado possível, a cada dia, dos maiores especialistas em mamíferos marinhos do país", declarou a instituição, em nota. Na morte da treinadora Brancheau, o comportamento foi tão agressivo que as equipes de socorro não conseguiram mergulhar para salvá-la e a treinadora, uma das mais experientes do Seaworld, ficou totalmente indefesa. O terrível incidente, que foi testemunhado por várias pessoas do público que não tinham deixado o local após o final do espetáculo, foi registrado pelas câmeras de vídeo, que o parque se negou a divulgar por serem parte das investigações em andamento. Depois disso, o Seaworld adotou novas medidas de segurança em seus parques de Orlando (Flórida), San Diego (Califórnia) e San Antonio (Texas).

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Tartaruga com 24 kg é resgatada por bombeiros de tubulação nos EUA



Uma tartaruga com cerca de 24 kg foi resgatada por bombeiros de um tubo de drenagem em Houston, no Texas. A Sociedade de Prevenção à Crueldade Contra os Animais de Houston diz que a tartaruga, de uma espécie ameaçada e conhecida como tartaruga-aligator, foi encontrada na tubulação de um novo residencial em construção, ao noroeste da cidade. Os bombeiros do resgate precisaram abrir o tubo e alargá-lo para retirar o réptil, que estaria lutando para respirar e manter a cabeça para fora da água. A Sociedade disse que também está reabilitando outra tartaruga-aligator, que tinha um anzol enganchado e outros ferimentos graves. As duas serão devolvidas à natureza após tratamento.

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Maré faz polvo aparecer em garagem de casa em Miami Beach, diz morador


Um morador de Miami Beach afirma que a maré levou um polvo à garagem de sua casa no começo da semana. Richard Conlin postou uma foto do polvo, em meio a uma poça rasa de água no chão de concreto da casa, na West Avenue. Segundo a imprensa local, a região enfrentou uma maré mais forte por conta do fenômeno da Superlua ocorrido no começo da semana. Conlin acredita que o polvo possa ter aparecido em um bueiro, do qual estava jorrando água. O polvo foi apanhado por um segurança, que o colocou em um balde com água salgada e o jogou na baía de Biscyne.

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Elefante-marinho bate recorde ao nadar quase 6 mil km para oeste


Pesquisadores da Universidade da Califórnia em Santa Cruz disseram que um elefante-marinho bateu um recorde ao chegar mais longe para o oeste do que qualquer exemplar rastreado de sua espécie. Quando Phyllis chegar de volta à Califórnia em janeiro, ela terá completado uma aventura de quase 12 mil km. A fêmea completou quase 6 mil km antes de mudar a direção para voltar para casa. A distância média que essa espécie geralmente nada durante a migração de oito meses é de 3,2 mil km.O diretor da reserva Año Nuevo, Patrick Robinson, disse que pesquisadores estão rastreando os mamíferos marinhos há 22 anos na reserva em Pescadero, na Califórnia. Foto: Rachel Holser/University of California, Santa Cruz via AP

terça-feira, 30 de agosto de 2016

Obama cria no Havaí a maior reserva marinha do mundo


O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, ampliou na sexta-feira (26) o seu legado ambiental ao criar a maior reserva marinha do mundo, lar de milhares de criaturas raras nas ilhas do noroeste do Havaí. O anúncio de Obama mais do que quadruplicou o tamanho da área protegida existente, conhecida como Monumento Nacional Marinho Papahanaumokuakea, que passou a ter 1,5 milhão de quilômetros quadrados - cerca de quatro vezes o tamanho da Califórnia. As águas são o lar de recifes de corais e centenas de animais que não são encontrados em nenhum outro lugar na Terra, incluindo uma nova espécie de polvo 'fantasma' descoberta neste ano e o organismo vivo mais antigo do mundo, o coral negro, com uma idade estimada em 4.265 anos. Cerca de 14 milhões de aves marinhas voam sobre a área e fazem seus ninhos nas ilhas, incluindo um albatroz de 65 anos de idade chamado Wisdom. No local também vivem tartarugas-verdes ameaçadas e focas monge do Havaí, em perigo de extinção. O monumento marinho foi criado em 2006 pelo então presidente George W. Bush, e em 2010 foi declarado Patrimônio Mundial da Unesco. "Ao expandir o monumento, o presidente Obama aumentou a proteção de um dos lugares mais significativos do planeta, biológica e culturalmente", disse Joshua Reichert, vice-presidente da ONG Pew Charitable Trusts. O Greenpeace também saudou o que chamou de uma "decisão corajosa", que irá proibir a pesca comercial e a extração mineral na região. O senador Brian Schatz, um democrata do Havaí, disse em um comunicado que a expansão vai criar "uma zona de segurança que irá repor os estoques de atum, promover a biodiversidade e combater as mudanças climáticas". Obama "deu aos nativos havaianos mais voz na gestão deste recurso precioso", disse Schatz. Mas alguns expressaram decepção com a medida, que expande a zona protegida até 320 km da costa, dizendo que isso põe em risco a capacidade dos pescadores de ganhar a vida. "Fechar 60% das águas do Havaí para a pesca comercial, quando a ciência está nos dizendo que isso não vai levar a uma maior produtividade da indústria de local, não faz sentido", disse Edwin Ebiusi Jr., presidente do Conselho de Gestão da Pesca Regional do Pacífico. "Hoje é um dia triste na história da pesca do Havaí e um golpe negativo para a nossa segurança alimentar local", acrescentou. Mas Matt Rand, diretor do projeto Legado do Oceano Global no Pew Charitable Trusts, afirma que a mudança deve ter "um impacto econômico mínimo" sobre a pesca na área.

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Mergulhadores encontram lula 'que parece Pokémon'


Uma criatura de olhos esbugalhados chamou a atenção de mergulhadores a uma profundidade de 900 m nas águas da Califórnia. Trata-se de é uma lula Rossia Pacifica, que parece ser resultado do cruzamento entre uma lula e um polvo – além de remeter a um dos personagens do desenho Pokémon. Mas, na verdade, sua natureza se assemelha mais à de uma água-viva. Tipicamente, a Rossia Pacifica vive entre as águas do Japão, no Pacífico Norte, até o sul da Califórnia e passa a vida no fundo do mar, onde ativa uma parede de muco pegajoso e é capaz de se camuflar para se alimentar de camarões e peixes pequenos.

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Tartaruga de estimação fugitiva é achada a 1,5 km de casa nos EUA


Uma tartaruga de estimação fugitiva voltou a seus donos depois de ter sido encontrada perdida a mais de 1,5 km de distância. O caso ocorreu em Yukon, no estado americano de Oklahoma. A moradora Becca Funa disse que sua tartaruga Desta, que tem mais de 11 km, é bastante rápida."E é impossível colocar uma coleira nela", brincou. Esta foi a segunda fuga de Desta de casa. Becca disse que a tartaruga passa a maior parte do tempo no quintal, nos fundos da casa. Ela disse à TV local que sentiu a falta do animal na sexta-feira. No sábado, uma mulher encontrou a tartaruga no parque da cidade. Mais tarde, devolveu-a à dona.

sexta-feira, 15 de julho de 2016

Jacaré surpreende ciclista em trilha nos EUA


Um jacaré de quase um metro foi encontrado em uma trilha de bicicleta próximo a uma cidade do estado americano de Minnesota. O ciclista Dan Fundingsland passeava pela trilha no sábado (9), próximo a Brainerd, quando viu o réptil, que não é nativo da região, tomando sol. Ele disse à TV local que esperava encontrar um cervo e até um urso, mas nunca um jacaré. A princípio, ele pensou que se tratava de um boneco, mas depois viu que era um jacaré de verdade. Ele entrou em contato com a polícia do condado de Crow Wing, que mandou agentes para o local. O policial Joe Meyer disse que foi o primeiro chamado que eles receberam sobre jacaré. Ele disse que os policiais ficaram apreensivos e temerosos na hora de capturar o animal. O dono de um safári próximo foi "convocado" e acabou fazendo a captura do réptil. A polícia acredita que o jacaré era um animal de estimação que ou fugiu ou foi abandonado ilegalmente.